Os cheiros podem nos transportar para lugares e épocas diferentes. Busque aí na sua memória: qual era o cheiro da sua infância? E o seu primeiro emprego, que cheiro tinha? Lembra-se de uma comida maravilhosa? Aposto que também vai se lembrar do perfume do prato.

Mas, mais que isso, os aromas podem oferecer cura para diversos problemas, como ansiedade, insegurança e estresse. É nisso que se baseia a aromaterapia.

Quer descobrir mais sobre essa técnica? Entenda tudo com a leitura deste artigo!

O que é aromaterapia?

O termo “aromaterapia” começou a ser utilizado nas primeiras décadas do século XX, em uma junção de “aroma” (cheiro agradável de alguma substância, perfume) e “terapia” (tratamento de disfunções físicas ou psíquicas). Ou seja, a técnica baseia-se no uso dos perfumes de flores e plantas para tratar uma série de distúrbios tanto orgânicos como psicológicos.

Trata-se de um ramo da fitoterapia que usa somente os óleos essenciais totalmente puros para realizar os tratamentos. Apesar de o nome ser relativamente novo, esse tipo de prática data da civilização egípcia, que utilizava muito os princípios ativos vegetais para curar doenças.

Como funciona?

Nosso organismo é uma máquina muito sensível aos estímulos do ambiente. Quando estamos em um local com muita poeira, por exemplo, as células protetoras do nosso nariz enviam para o cérebro um sinal de que corpos estranhos estão entrando no organismo pelas vias respiratórias. Como forma de defesa, o cérebro envia de volta um impulso para que o nariz produza um espirro e livre-se das partículas invasoras.

Décadas de pesquisa demonstraram que a relação do nariz com o cérebro é mais complexa do que isso, e que os diversos cheiros estimulam uma variedade de sinapses por redes neurais diferentes, que terão múltiplos efeitos no organismo. A aromaterapia se baseia nesse sistema de reações.

As propriedades curativas dos óleos essenciais são levadas diretamente para o sistema nervoso central por meio das células olfativas, gerando uma resposta do organismo. Se a pessoa está com uma infecção, por exemplo, a inalação de óleos como o de limão ou tea trea estimularão o sistema imunológico a produzir os anticorpos necessários para lutar contra o vírus ou a bactéria. 

Os óleos essenciais também podem ser usados sobre a pele. Nesse caso, as propriedades fitoterápicas terão ação localizada — na cura de uma ferida ou no alívio de dores, por exemplo.

Quais são os benefícios?

Cada caso extrairá benefícios da aromaterapia de uma forma diferente. Podem recorrer à prática pessoas que estejam sofrendo com dores crônicas e agudas, inflamações, processos infecciosos e também distúrbios psíquicos, como depressão, ansiedade, inseguranças, ataques de pânico e outros.

De uma forma geral, porém, é possível dizer que a aromaterapia, quando realizada da maneira correta, não tem efeitos adversos. Além disso, os óleos essenciais trazem uma melhora do humor, atuando na promoção de uma vida saudável e no bem-estar. A técnica pode ser complementar à homeopatia, à alopatia ou a outras terapias tradicionais.

Mas fique atento: apesar de usar substâncias 100% naturais, a aromaterapia deve ter o acompanhamento de um especialista, uma vez que algumas pessoas podem ser alérgicas a determinados componentes. Além disso, a concentração, a quantidade dos óleos usados e a frequência do uso também não podem ser aleatórias.

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